domingo, 18 de junho de 2017

Esqueça a ideia de que colo demais faz mal. O toque, principalmente o dos pais, nos primeiros dias de vida, tem efeito de longa duração no cérebro da criança. Um novo estudo com 125 bebês prematuros e nascidos a termo no National Children’s Hospital (EUA) concluiu que aqueles que tiveram pouco contato pele a pele com os pais ou profissionais de saúde apresentam respostas neurais reduzidas ao toque. Ou seja, possuem menos sensibilidade, o que prejudica a interação com as pessoas. A diferença é ainda mais perceptível no caso dos prematuros.
Para essa conclusão, os pesquisadores testaram leves sopros de ar sobre a pele dos bebês, simulando o toque, e medindo a resposta cerebral deles com eletrodos. “Ficamos surpresos ao perceber que os bebês que passam por procedimentos dolorosos muito cedo [e tampouco contato com pessoas] têm a sensibilidade ao toque afetada”, diz Nathalie Maitre, que coordenou o estudo.
Para driblar isso, as UTIs neonatais devem incentivar os pais a terem mais momentos junto aos filhos. Se as possibilidades forem restritas, os profissionais podem ser orientados a fazer esse papel sempre que possível. “Quando o bebê entra em contato com o corpo da mãe ou do pai, há uma troca cognitiva. Isso traz a lembrança dos batimentos cardíacos da mãe, o que o deixa mais sereno”, diz a pediatra neonatologista Luiza Volpolini, do Hospital Pequeno Príncipe (PR). Segundo ela, crianças que recebem esse carinho desde o início de vida ficam menos irritadas e têm um sono mais tranquil
fonte revista crescer

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Os olhos do recém-nascido

Olhos
1. Pálpebras inchadas

Os olhos podem estar inchados por causa de pressão na face durante o parto. Eles também podem estar inchados e avermelhados se ocolírio de nitrato de prata tiver sido usado. Esta irritação deve desaparecer em 3 dias.

2. Hemorragia subconjuntival

Uma hemorragia em formato de chama no branco do olho (esclera) não é incomum, não oferece risco e é causada pelo trauma do nascimento. O sangue é reabsorvido de duas a três semanas. 

3. Cor da íris 

A íris é normalmente azul, verde, cinza, ou marrom, ou de variações destas cores. A cor permanente da íris é freqüentemente incerta até seu bebê alcançar 6 meses de idade. Bebês brancos nascem com olhos azul-acinzentados. Bebês negros nascem normalmente com olhos marrom-acinzentados. Crianças que terão íris escuras mudam a cor do olho por volta dos 2 meses de idade; crianças que terão íris de cores claras normalmente mudam por volta dos 5 a 6 meses de idade. 

4. Entupimento do ducto lacrimal

Se o olho de seu bebê está continuamente úmido, ele pode ter um ducto lacrimal entupido. Isto significa que o canal que normalmente leva lágrimas do olho para o nariz esta bloqueado. É uma condição comum, e mais de 90% dos ductos lacrimais bloqueados desobstruem até que a criança tenha 12 meses de idade. 

A cabeça do recém-nascido

Aparência da cabeça 

Mesmo depois de o médico assegurar que o bebê é normal, você pode achá-lo um pouco estranho. Seu bebê não tem um corpo perfeito como tem visto em livros de bebês. Seja paciente. A maioria dos recém-nascidos tem características peculiares. Felizmente elas são temporárias. Seu bebê irá começar a ter aparência normal por volta de uma ou duas semanas de idade. 

Essa discussão sobre características temporárias do recém-nascido é organizada por partes do corpo. Um pequeno número de defeitos congênitos que são inofensivos, porém permanentes também estão incluídos. 

Cabeça
1- Moldagem

A moldagem se refere ao formato comprido, estreito e em forma de cone, que resulta da passagem através do canal de parto. Esta compressão da cabeça pode temporariamente esconder a fontanela ("moleira"). A cabeça retorna ao normal em poucos dias. 

2- Bossa

Isso se refere ao inchaço no topo da cabeça ou ao longo do couro cabeludo causado pelo líquido empurrado para dentro do couro cabeludo durante o processo de nascimento. A bossa está presente ao nascimento e desaparece em poucos dias.

3- Cefalohematoma 

É uma coleção de sangue, causada pelo atrito entre o crânio da criança e os ossos pélvicos maternos durante o parto. O hematoma é normalmente confinado a um lado da cabeça e aparece no segundo dia de vida e pode crescer por mais de cinco dias, podendo permanecer visível até que o bebê tenha de 2 a 3 meses de idade.

4- Fontanela anterior 

A "moleira" se encontra no topo da parte frontal do crânio. Ela tem formato de diamante e é recoberta por uma fina camada fibrosa. Tocar esta área é bastante seguro. A função da "moleira" é permitir o crescimento rápido do cérebro. Essa área pulsa normalmente com cada batimento cardíaco. Ela se fecha quando o bebê tem entre 12 a 18 meses de idade. 

Fonte:http://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/3387/-1/a-aparencia-normal-do-recem-nascido.html

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Bebes com síndrome de down

O que é a síndrome de Down?

A síndrome de Down é uma alteração genética relativamente frequente, se comparada a outras síndromes cromossômicas, pois atinge cerca de 1 em 700 bebês. 

Cada pessoa possui 46 cromossomos (onde ficam os genes) no núcleo de todas as suas células. As únicas células que têm menos cromossomos são os gametas ou células germinativas, ou seja, o óvulo e o espermatozóide, que se juntam para que a célula inicial que dará origem à criança possua os 46 cromossomos de regra.

Às vezes, no entanto, acontecem erros durante o processo da concepção e multiplicação das primeiras células do embrião. A síndrome de Down é um desses erros cromossômicos. O que ocorre é que um terceiro cromossomo se infiltra no cromossomo 21 do bebê. Dos 23 pares de cromossomos, o 21o par fica com três cromossomos, em vez de dois, e o equívoco passa a ser reproduzido nas células da criança. 

Bebês com Down e bebês que não têm a síndrome são bem mais semelhantes do que se imagina. À medida que crescem, apresentam grande diversidade de personalidade, aprendizado, inteligência, aparência, comportamento, humor, simpatia e atitude.

O que provoca a síndrome de Down?

Os especialistas ainda não sabem explicar por que aparece um cromossomo a mais. Ele pode vir tanto da mãe quanto do pai. Há uma clara relação entre a idade da mãe (risco maior em gestações de mulheres com mais de 35 anos) e a alteração nos genes. 

Quanto mais velha a mulher, maior é a probabilidade de ter um bebê com Down. O que se sabe é que não há culpados. Não há nada que se possa fazer antes ou durante a gravidez que previna a síndrome de Down. Ela existe em todas as raças, classes sociais e países do mundo. Pode acontecer com qualquer pessoa. 

Existem tipos diferentes de síndrome de Down?

Sim, há três tipos genéticos, mas não é possível diferenciá-los só com o exame clínico. Na grande maioria dos casos, o que ocorre é a trissomia do 21, ou seja, a presença de material genético a mais no 21o par de cromossomos no núcleo das células, causado por um erro na divisão celular, de forma mais comum no material genético que vem da mãe. 

De 95 a 97 por cento dos Down têm essa forma de trissomia do 21.

Por volta de 4 por cento dos Down têm a chamada translocação: o cromossomo 21 a mais acaba se prendendo a um outro cromossomo. E cerca de 1 por cento têm mosaicismo, um tipo de síndrome de Down em que apenas parte das células do corpo trazem a trissomia do 21, o que pode significar que a criança tenha sintomas mais leves. 

Fonte 

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Ace no recem nascido

Acne neonatal

Acho super importante esse assunto por que a maioria dos bebes tem e as vezes pode evoluir e  precisa usar antibióticos. Minha filha teve e evoluiu. Procure sempre um pediatra. 

Não se assuste com as espinhas do bebê, isso é normal e na maioria dos casos não requer tratamento.

Inflamações no rosto dos recém-nascidos, não são graves nem requerem tratamento
Acne não é exclusividade dos adolescentes e adultos; pode atingir também os bebês. Esse distúrbio aparece com mais freqüência durante a adolescência devido à atividade excessiva das glândulas sebáceas e à obstrução da abertura do folículo pilosebáceo – que dá origem aos cravos –, mas o problema também atinge mais de 30% dos recém-nascidos. A chamada “acne neonatal” é comum entre a terceira e a quarta semanas de vida da criança e pode durar até seis meses.
Esse tipo de acne surge em bebês com predisposição genética, após a liberação dos hormônios maternos durante a gestação, amamentação e período pós-parto. “A reação à transferência de hormônios da mãe para o bebê é natural; eles costumam permanecer no organismo da criança por aproximadamente seis meses. Provocam o surgimento de espinhas e pequenos cravos, porém não é aconselhável espremê-los, já que não são graves nem deixam cicatrizes”, explica Mario Grinblat, médico dermatologista do Hospital Albert Einstein.
As lesões formadas se caracterizam por cravos pretos ou brancos, espinhas avermelhadas e, em casos menos comuns, espinhas com pus. Com raras exceções, os pais não devem se preocupar, já que as acnes costumam desaparecer espontaneamente. O uso de óleos e pomadas para bebês não é recomendado; não são eficientes e podem até agravar o caso.
Outro problema que pode atingir as crianças é a acne infantil, que surge a partir do terceiro mês de vida. As lesões aparecem em maior quantidade e são mais persistentes que a acne neonatal. Elas também costumam desaparecer de modo gradativo em cerca de três anos. O surgimento dessa acne é similar ao dos jovens, já que ocorre devido ao entupimento do folículo (canal do pelo) e conseqüente liberação do sebo produzido pelas glândulas sebáceas para a superfície da pele.
“Caso apareçam verdadeiras bolhas ou espinhas com pus em qualquer parte do corpo, deve haver um exame cuidadoso, já que elas podem ter sido causadas por herpes viral. Neste caso, é necessário tratamento”, afirma Grinblat. A recomendação é buscar um dermatologista caso os cravos não desapareçam sozinhos depois que o bebê passar dos seis meses. Medicamentos leves, com formulação própria para a pele da criança, podem resolver o problema.