quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Bebes com síndrome de down

O que é a síndrome de Down?

A síndrome de Down é uma alteração genética relativamente frequente, se comparada a outras síndromes cromossômicas, pois atinge cerca de 1 em 700 bebês. 

Cada pessoa possui 46 cromossomos (onde ficam os genes) no núcleo de todas as suas células. As únicas células que têm menos cromossomos são os gametas ou células germinativas, ou seja, o óvulo e o espermatozóide, que se juntam para que a célula inicial que dará origem à criança possua os 46 cromossomos de regra.

Às vezes, no entanto, acontecem erros durante o processo da concepção e multiplicação das primeiras células do embrião. A síndrome de Down é um desses erros cromossômicos. O que ocorre é que um terceiro cromossomo se infiltra no cromossomo 21 do bebê. Dos 23 pares de cromossomos, o 21o par fica com três cromossomos, em vez de dois, e o equívoco passa a ser reproduzido nas células da criança. 

Bebês com Down e bebês que não têm a síndrome são bem mais semelhantes do que se imagina. À medida que crescem, apresentam grande diversidade de personalidade, aprendizado, inteligência, aparência, comportamento, humor, simpatia e atitude.

O que provoca a síndrome de Down?

Os especialistas ainda não sabem explicar por que aparece um cromossomo a mais. Ele pode vir tanto da mãe quanto do pai. Há uma clara relação entre a idade da mãe (risco maior em gestações de mulheres com mais de 35 anos) e a alteração nos genes. 

Quanto mais velha a mulher, maior é a probabilidade de ter um bebê com Down. O que se sabe é que não há culpados. Não há nada que se possa fazer antes ou durante a gravidez que previna a síndrome de Down. Ela existe em todas as raças, classes sociais e países do mundo. Pode acontecer com qualquer pessoa. 

Existem tipos diferentes de síndrome de Down?

Sim, há três tipos genéticos, mas não é possível diferenciá-los só com o exame clínico. Na grande maioria dos casos, o que ocorre é a trissomia do 21, ou seja, a presença de material genético a mais no 21o par de cromossomos no núcleo das células, causado por um erro na divisão celular, de forma mais comum no material genético que vem da mãe. 

De 95 a 97 por cento dos Down têm essa forma de trissomia do 21.

Por volta de 4 por cento dos Down têm a chamada translocação: o cromossomo 21 a mais acaba se prendendo a um outro cromossomo. E cerca de 1 por cento têm mosaicismo, um tipo de síndrome de Down em que apenas parte das células do corpo trazem a trissomia do 21, o que pode significar que a criança tenha sintomas mais leves. 

Fonte 

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Ace no recem nascido

Acne neonatal

Acho super importante esse assunto por que a maioria dos bebes tem e as vezes pode evoluir e  precisa usar antibióticos. Minha filha teve e evoluiu. Procure sempre um pediatra. 

Não se assuste com as espinhas do bebê, isso é normal e na maioria dos casos não requer tratamento.

Inflamações no rosto dos recém-nascidos, não são graves nem requerem tratamento
Acne não é exclusividade dos adolescentes e adultos; pode atingir também os bebês. Esse distúrbio aparece com mais freqüência durante a adolescência devido à atividade excessiva das glândulas sebáceas e à obstrução da abertura do folículo pilosebáceo – que dá origem aos cravos –, mas o problema também atinge mais de 30% dos recém-nascidos. A chamada “acne neonatal” é comum entre a terceira e a quarta semanas de vida da criança e pode durar até seis meses.
Esse tipo de acne surge em bebês com predisposição genética, após a liberação dos hormônios maternos durante a gestação, amamentação e período pós-parto. “A reação à transferência de hormônios da mãe para o bebê é natural; eles costumam permanecer no organismo da criança por aproximadamente seis meses. Provocam o surgimento de espinhas e pequenos cravos, porém não é aconselhável espremê-los, já que não são graves nem deixam cicatrizes”, explica Mario Grinblat, médico dermatologista do Hospital Albert Einstein.
As lesões formadas se caracterizam por cravos pretos ou brancos, espinhas avermelhadas e, em casos menos comuns, espinhas com pus. Com raras exceções, os pais não devem se preocupar, já que as acnes costumam desaparecer espontaneamente. O uso de óleos e pomadas para bebês não é recomendado; não são eficientes e podem até agravar o caso.
Outro problema que pode atingir as crianças é a acne infantil, que surge a partir do terceiro mês de vida. As lesões aparecem em maior quantidade e são mais persistentes que a acne neonatal. Elas também costumam desaparecer de modo gradativo em cerca de três anos. O surgimento dessa acne é similar ao dos jovens, já que ocorre devido ao entupimento do folículo (canal do pelo) e conseqüente liberação do sebo produzido pelas glândulas sebáceas para a superfície da pele.
“Caso apareçam verdadeiras bolhas ou espinhas com pus em qualquer parte do corpo, deve haver um exame cuidadoso, já que elas podem ter sido causadas por herpes viral. Neste caso, é necessário tratamento”, afirma Grinblat. A recomendação é buscar um dermatologista caso os cravos não desapareçam sozinhos depois que o bebê passar dos seis meses. Medicamentos leves, com formulação própria para a pele da criança, podem resolver o problema.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Duvidas sobre bebês recem nascido

O bebê é considerado recém-nascido até o 28º dia de nascimento. Neste período, é comum mães e pais ficarem preocupados com a fragilidade e saúde de seus filhos. Por isso, reunimos 14 dicas de matérias que esclarecem assuntos que fazem parte desta nova rotina. Leia abaixo:

1. Quando esperamos um bebê, começamos a imaginar como ele será. As mãozinhas, os pezinhos, a cor do cabelo e, é claro, a cor dos olhos. Muito bebês costumam nascer com os olhos claros e, depois, mudam de cor. 

2. O cabelo do bebê tem a mesma função dos pelos do braço de um adulto: serve para mantê-lo aquecido, já que é o maior órgão do corpo e também o que mais dispersa calor. É por isso também que os prematuros costumam ter mais pelos no corpo. É importante, porém, saber que o cabelo do seu recém-nascido pode cair e isso é completamente normal.

3. Quando o bebê chora ao tomar vacinas, a gente fica com só, mas tem que ter consciência de que elas são muito importantes para evitar o desenvolvimento de doenças que podem se tornar graves.

4. Um dos maiores dilemas para os pais de recém-nascidos têm são as cólicas. Sim, a palavra vai no plural, porque ela não acontece por um único motivo! Infelizmente, essa dor é normal e costuma ocorrer entre duas e três semanas de vida e parar por volta dos três ou quatro meses.

5. Falando em cólica, quando o bebê começa a chorar e nada resolve, alguns pais recorrem a alguns métodos para minimizar as dores. Algo que pode resolver e ainda é gostoso de fazer, é uma massagem caseira! 

6. Cuidar do umbigo do recém-nascido é algo essencial, mas que muitos pais ainda sentem medo! O coto umbilical não é esse terror todo, não precisa ter tanto receio. Ele não dói, porque não tem nervos, é só um pedaço da pele da mãe.

7. Um dos hábitos que as mães de recém-nascidos precisam adotar com os bebês é o famoso banho de sol. Ele é essencial para ativar a vitamina D, recebida pelo leite materno, no corpo da criança. 

8. Se você é mãe de uma menina, provavelmente já deve ter tido alguma dúvida em relação a brincos: Furar ou não a orelha do bebê? Ouvimos mães e especialistas para saber se existe uma idade ideal. 

9- Toda grávida já deve ter ouvido falar sobre o famoso teste do pezinho. Mas, afinal, por que ele é tão relevante? 

10- Não precisa se preocupar: a moleira não é tão frágil assim. Mesmo não sendo tão frágil quanto parece, é preciso ficar atenta às mudanças na moleira do bebê até que elas fecharem

11- É normal que o recém-nascido tenha gases. A frequência dos gases não é necessariamente motivo de preocupação e  um bebê agitado pode ser perfeitamente comum. Mas você pode tomar algumas medidas para deixá-lo mais confortável

12. Seu bebê parece muito frágil, mas conforme as semanas passam ele te dará algumas dicas de que tudo está bem. 

13. Ainda na maternidade seu bebê passa por 5 exames tradicionais que são importantes para diagnosticar precocemente doenças que podem ser tratadas. ;

14.  Você sabia que alimentar ou balançar seu bebê para dormir é uma das armadilhas que você deve evitar na hora de treinar o sono do bebê?